quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Cursos para a terceira idade

Qua, 30/01/13 - 15h30

USP tem mais de 4 mil vagas em cursos para maiores de 60 anos

Programa Universidade Aberta à Terceira Idade completa 20 anos em 2013

A USP está disponibilizando mais de 4 mil vagas no programa Universidade Aberta à Terceira Idade, que completa 20 anos em 2013.
Ao todo, são 4.319 vagas em 322 cursos, entre disciplinas de graduação e atividades complementares físico-esportivas e didático-culturais.
Para participar, é preciso ter no mínimo 60 anos.
As vagas são para os campi de São Paulo, Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto e São Carlos.
A relação completa dos cursos e mais informações estão disponíveis na internet.

Veja os endereços dos campi para o programa Universidade Aberta à Terceira Idade:

São Paulo - Campus da Capital Centro de Informações da USP, Praça Reinaldo Porchat, 110, Cidade   Universitária (próximo à Portaria 1) | telefone: (11) 3091-3121

São Paulo - USP Leste Escola de Artes, Ciências e Humanidades, Secretaria da Comissão de Cultura e Extensão, Rua Arlindo Bettio, 1000, Ermelino Matarazzo | telefone: (11) 3091-1016

Bauru - Centro Cultural do Campus USP de Bauru, Alameda Dr. Octávio Pinheiro Brisolla, 9-75, Vila Universitária | telefone: (14) 3235-8394

Lorena - Escola de Engenharia de Lorena, Comissão de Cultura e Extensão Universitária (CCEx) Estrada Municipal do Campinho, s/n, Campinho | telefone: (12) 3159-5151

Piracicaba - Prefeitura do Campus USP, Divisão de Atendimento à Comunidade, Avenida Pádua Dias, 11 Agronomia | telefone: (19) 3429-4161

Pirassununga - Prefeitura do Campus USP, Seção de Atividades Culturais, Avenida Duque de Caxias Norte, 225, Jardim Elite | telefone: (19) 3565-4103

Ribeirão Preto - Centro de Visitantes, Seção de Atividades Culturais, Av. Bandeirantes, 3.900 - Bairro Monte Alegre| (16) 3602-3510

São Carlos - Centro de Educação Física, Esporte e Recreação (CEFER), Avenida Trabalhador São-Carlense, 400, Centro | (16) 3373-9107
 
Mais informações na coordenação do programa Universidade Aberta à Terceira Idade pelo telefone (11) 3091-9183 ou pelo e-mail: usp3idad@usp.br.

Do Portal do Governo do Estado

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Padre Leo

Coincidência ou "Deusincidência"?

Ao escrever o livro: “Seja feliz todos os dias!” padre Léo faz uma releitura da Bíblia, desde o Gênesis até o Apocalipse. Esse itinerário ajuda-nos a conhecer o Deus da vida que caminha conosco e nos convida a ouvir sua palavra, descobrindo esse caminho que nos leva à salvação.


O livro apresenta-nos reflexões sobre temas atuais como o aborto, drogas... Assim como, textos bíblicos, para a oração diária, durante os 365 dias do ano, um versículo para cada dia.

Quando o homem se deixa iluminar pelo Espírito Santo, ele caminha na vida e para a vida sempre mais plena. Deus trabalha em nós quando colocamos nossa intenção no coração Dele.

Trago aqui a experiência do padre Léo, vivida no momento em que escrevia o livro, sinal da ternura e do amor de Deus para com seu filho amado:
"Este livro não tem um capítulo final, nem conclusão. E não é por falta de inspiração ou para economizar papel. Quando fui pesquisar os textos bíblicos, procurei reler toda a Bíblia, marcando as passagens que poderiam ser relacionadas com a Cura Interior. Como o número de textos selecionados foi muito grande, resolvi dividir a última parte do livro. Era meu objetivo selecionar somente 365 textos para um ano de leitura e oração. Mas vi que seria empobrecer demais. Decidi escolher ao menos um texto de cada livro sagrado. Também seria empobrecer se ficasse com somente três ou quatro citações de cada livro. Então fui copiando os versículos assinalados, para depois poder selecioná-los melhor. Qual foi a minha surpresa quando terminei de copiar o último versículo selecionado do Antigo Testamento e descobri que era o de número 365. Como não acredito em coincidências, mas sim em “Deusincidências”, que são as coincidências providentes de Deus, percebi que este foi mais um gesto de carinho de Deus para comigo. E para com todos nós!"

O livro é um manual, um livro de cabeceira, pois é um novo método de leitura e meditação da Palavra de Deus.
Não tem “capítulo final”, para nos dizer que o nosso final é Jesus, para nos dizer que nossa vida cristã deve ser um contínuo testemunho do amor de Deus, para nos dizer que nossa vida deve ser pautada na Palavra de Deus, todos os dias de nossas vidas, buscando o caminho da salvação.Coincidência ou "Deusincidência"? ~ Blog Padre Léo Eterno

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Onde estão as capivaras?

Há, aproximadamente dois meses, havia às margens do rio Pinheiros, no mínimo cem capivaras, distribuídas, em um trecho que vai da estação CPTM da Granja Julieta até a estação Jurubatuba.
De repente, sumiram.
Onde estão? Será que mataram-nas? Ou morreram por alimentarem-se de plantas, ou beberem água, contaminadas do rio.
Eu gostava de ve-las, assim como gosto de ver as garças, compondo a paisagem.
Hoje, restam as garças, que conseguem sobreviver alimentando-se do que conseguem no rio, provavelmente, com alto teor de contaminação. Ou não. Senão, morreriam. Será que já adquiriram imunidade?
Por um tempo, pareceu que o rio estava transformando-se em um rio amigável, do qual o homem poderia se aproximar, até adentrá-lo e usufruir de suas águas.
Na verdade é o contrário, parecia que o homem estava tornando-se, realmente, racional, permitindo que o rio tomasse o seu rumo natural, chegando a abraçar os animais, como as garças e as capivaras e, quem sabe, outros animais que aí aparecessem.
Os seres humanos tem a péssima mania de achar que os animais não raciocinam, apenas eles.
Quanta besteira.
Os animais não falam a língua dos homens, ou os homens não falam a língua dos animais, mas pensam e muito.
É só observar.
Um dos meus cachorros, saiu de casa, mais uma vez, no dia 22 p.p.; das outras vezes, saíamos correndo atrás dele e o trazíamos. Na penúltima vez, nem se percebeu quando ele saíu. Senti sua falta, quando cheguei do trabalho.
Demos uma busca geral pelas imediações e, nada. Muita gente foi informada e recebíamos notícias de que havia um em tal lugar, um, com as mesmas características, outro, havia sido atropelado, e por aí afora.
Um dia, voltando da igreja, senti que batiam na minha cintura, olhei, achando ser uma criança, que às vezes fazem isso, pensando que estão segurando a mãe. Mas, quem era? O Scooby, que veio, não sei de onde e pulava na minha cintura.
Dessa vez, ele saíu enquanto o portão automático da garagem era acionado e, por mais que tentassem, ele sumiu de vista. Quando cheguei e fui informada, saí e dei uma busca, também, sem sucesso.
À noite, o Sheldon e o Floppy, começaram a latir e a arranhar a porta. Eu desconfiei, fui até o portão e, lá estava o Scooby, querendo entrar e, quando eu o abri e, passou, feito um raio, indo para o fundo da casa, para não levar bronca. No dia seguinte, ainda não brincava comigo, só hoje, atreveu-se a pular em mim, logo cedo.
As pessoas, de imediato, já teriam uma desculpa, na ponta da língua, nem levavam em consideração o erro cometido, a não ser as crianças.
Os animais são sinceros, como as crianças, enquanto estas não são contaminadas pelos comportamentos dos adultos.
Enfim, estou feliz porque o meu cachorro voltou, não porque me faz companhia, mas, porque gosto dele e ele gosta de mim, assim como o Sheldon e o Floppy.
Agora, voltando, sinto falta das capivaras às margens do rio Pinheiros.
Será que voltarão?

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

E agora, Lula?

Publicado, hoje, no Estadao, recebido via feed.

DAIENE CARDOSO - Agência Estado
O grupo de sem-terra que invadiu, na manhã desta quarta-feira, o prédio do Instituto Lula, na zona sul de São Paulo, disse temer que a reintegração de posse do assentamento onde vivem, na região de Americana, no interior paulista, se torne "um novo Pinheirinho". "As pessoas vão ficar lá e resistir até a morte", afirmou o advogado do grupo, Vandré Paladine Ferreira.
Nesta manhã, por volta das 6h30, um grupo de cerca de 100 moradores do assentamento Milton Santos, entre Americana e Cosmópolis, invadiu o instituto e rendeu o caseiro Valdeni Almeida Timóteo, anunciando a ocupação. Os funcionários do Instituto Lula foram impedidos de entrar no prédio e, por volta das 10h45, ainda aguardavam do lado de fora do imóvel. "O engraçado era que, há 50 anos, éramos nós que fazíamos essa ocupação. A gente entende", disse um funcionário que não quis se identificar. No mesmo horário, havia no local apenas um carro da Polícia Militar (PM) e um da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não veio para o escritório, mas já foi comunicado da invasão.
O prédio está cercado por invasores e faixas pedindo para que Lula negocie com a presidente Dilma Rousseff um decreto de desapropriação da área onde os sem-terra vivem há sete anos. De acordo com o advogado do grupo, o terreno está em disputa judicial entre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a família proprietária da área, mas uma decisão da Justiça, em junho de 2012, ordenou a desocupação do local a partir do fim deste mês. "O governo tem desapropriado (áreas) para a Copa, para a Olimpíada e está fazendo jogo duro para desapropriar um terreno de 104 hectares", reclamou o advogado. Vandré Ferreira ressaltou que o grupo pretende permanecer no prédio do Instituto Lula até que o governo assine o decreto de desapropriação da área onde se localiza o assentamento por interesse social.
A decisão de invadir o Instituto Lula se deveu, segundo os sem-terra, ao poder de influência do ex-presidente junto à sua sucessora. "A gente sabe da influência que ele tem neste governo. Se ele viesse aqui falar com a gente, seria muito bom", disse o advogado. De acordo com Vandré Ferreira, além da invasão, três sem-terra estão acorrentados, em greve de fome, na porta do escritório da Presidência da República, na Avenida Paulista, também reivindicando a desapropriação do terreno.


Isso mostra que, o que fazemos, retorna. Lula foi o grão mestre e, estou curiosa com o desfecho dessa história.
O próprio governo federal tem incentivado a invasão de imóveis particulares, que estejam desocupados, o que considero autoriarismo. Os hotéis Lord, no bairro Santa Cecília e o Othon Palace, na Praça Patriarca, foram invadidos e, certamente, em breve estarão em situação deplorável de conservação. Todos os dias, segundo os próprios invasores do Lord, um grupo de quinze pessoas tomam banho de "banheira" (quem fornece os sais?), havendo revesamento, entre eles, já que existem apenas quinze banheiras.
Foi invadido, também, um prédio, baixo, de construção antiga, na Rua Quintino Bocaiuba (proximidades da Praça da Sé) e, pasmem, os moradores, homens e mulheres saradíssimos, sentam na sacada do prédio e ficam observando os trabalhadores passarem na rua, em pleno horário de expediente comercial. Por que não trabalham, como nós outros, pobres mortais?
É justo que paguemos pelo ócio dos protegidos do governo petista?

Aproveitando a oportunidade, no site www.emprego.sp.gov.br estão disponibilizadas muitas vagas, cujo salário varia de R$678,00 a R$3.000,00.
Quem não tem acesso à internet pode dirigir-se ao PAT - Posto de atendimento ao trabalhador.


Emprega SP
Saiba mais sobre o Programa Online de intermediação de Mão de Obra, gratuito, que mais emprega no Estado. www.empregasaopaulo.sp.gov.br
0800-770-7378 No site http://maisemprego.mte.gov.br, podem ser verificadas outras vagas.