segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Seja Benfeitor(a)

Em 2012, haverá, como em todos os anos, Retiro no Seminário de Santo Antonio, em Agudos. Já coloquei aqui, em outra oportunidade, o quanto é bom ficar uns dias em meditação e oração, em um lugar propício.
Já coloquei, também sobre a dificuldade em manter o Seminário de Santo Antonio e outras obras mantidas pelos Franciscanos. Para saber em detalhes, siga o link pvf@franciscanos.org.br e busque todas as informações necessárias. Para ver alguns lances do retiro do ano passado, acesse http://www.pvf.com.br/?videos=698

Nem todos os garotos que entram para os Seminários Franciscanos, serão Freis e/ou Padres, mas, mesmo assim, seu carater terá sido formado para o bem, há vários exemplos. Num determinado momento o menino, percebe que não é sua vocação ser Frei ou Padre, então deixa o Seminário, mas, seguindo o caminho do bem. Conheço dois deles, já pais, com uma formação de família, que dá gosto.

Alguns pais resistem, quando um filho quer ir para o Seminário e, depois, arrependem-se, ao ver, que teria sido melhor para ele, pois, algumas vezes acaba seguindo por caminhos tortuosos. Deixe seu filho seguir o caminho que direciona a Deus.

Mesmo quem não tem filho aspirante a uma vida religiosa, pode ajudar os Seminários a continuar fortalecendo o espírito desses garotos que querem se dedicar a Deus
SEJA BENFEITOR E BENFEITORA!
Participe! Contribua!
Nossa proposta é convidar você a participar desta família, pois a sua ajuda na formação dos futuros franciscanos garante que todos os projetos sociais, devocionais e missionários, os quais são mantidos pelos franciscanos continuem a ser realizados.
Somos chamados para a construção do Reino de Deus. Somos uma peça fundamental nesta grande obra do Criador. Seja um benfeitor ou uma benfeitora e, seguindo o ideal de São Francisco e Santa Clara, ajude-nos na transformação do mundo. 
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sábado, 7 de janeiro de 2012

URGENTE: ABORTO PODERÁ SER LEGALIZADO EM TODA AMÉRICA LATINA




A TODOS OS QUE COMPREENDEM O VALOR DA VIDA HUMANA:

Este talvez seja o comunicado mais grave que já postei até hoje para esta lista.
A SITUAÇÃO É GRAVÍSSIMA: ESTAMOS NA IMINÊNCIA DA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO EM TODO O NOSSO CONTINENTE.

Esta mensagem é grande, mas, por favor, não se importe com isto. Estude com paciência a mensagem, comente-a e divulgue-a para toda a sua lista de contatos. Insista para que seus amigos façam também o mesmo.  
A Cultura da Morte que pretende instalar-se em nosso continente, como base de UMA NOVA FORMA DE DITADURA, NÃO USA A FORÇA PARA IMPOR-SE, MAS A IDEOLOGIA E O CONTROLE DA INFORMAÇÃO.
 
Para vencer esta batalha infame contra a vida não precisamos do seu sangue, nem de seu dinheiro.
PRECISAMOS APENAS DE SEU CONHECIMENTO E DE SUA INICIATIVA PARA DIFUNDÍ-LO.

NÃO HÁ OUTRA MANEIRA DE DEFENDER A DEMOCRACIA MODERNA.

Sua contribuição, em termos de conhecimento e de sua difusão, é absolutamente indispensável para impedir este genocídio.

Foi exatamente assim que foram vencidas, nos últimos anos, diversas outras batalhas pela vida. E, toda vez que isto ocorre, todos compreendem melhor o que está acontecendo e a democracia é fortalecida.

PROCURAREI NAS PRÓXIMAS SEMANAS MANTER A TODOS DESTA LISTA INFORMADOS A RESPEITO DO DESENVOLVIMENTO DOS ACONTECIMENTOS.

Agradeço a todos pelo imenso bem e pelo que estão ajudando a promover. O problema transcende as fronteiras de qualquer país, já que faz parte de um plano conjunto pesadamente financiado por organizações internacionais que investem na promoção do aborto em todo o mundo. A humanidade toda é devedora à atenção e ao empenho com que estarão respondendo a esta mensagem. Tenham a certeza de que a participação de cada um é realmente insubstituível e, juntos, iremos fazer toda a diferença.

ALBERTO R. S. MONTEIRO

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Leia a seguir:

1. O QUE ACONTECEU: EM SESSÃO EXTRAORDINÁRIA, NA SEMANA ENTRE O NATAL E O ANO NOVO, O SENADO DO URUGUAI APROVOU O ABORTO, VIRTUALMENTE DURANTETODA A GRAVIDEZ. 
 Em uma votação extraordinária, realizada às pressas no dia 27 de dezembro de 2011, durante a semana do Natal, quando toda a população estava festejando Natal e Ano Novo, em meio a protestos de vários legisladores, tanto da situação como da oposição, o partido de esquerda Frente Amplio, que possui a maioria das cadeiras no Senado do país, convocou uma sessão para aprovar por 17 votos contra 14 uma lei que despenaliza o aborto virtualmente durante todos os nove meses da gravidez.

O projeto de lei original dizia em seu primeiro artigo que o aborto passaria a ser um direito durante os três primeiros meses da gestação, mas o décimo quinto e último artigo do mesmo projeto revogava os artigos do Código Penal que penalizavam todos os tipos de abortos, de modo que qualquer aborto, praticado em qualquer estágio da gravidez, e não apenas durante os três primeiros meses, deixaria de ser crime em qualquer circunstância, desde a concepção até o momento do parto, ainda que a lei parecesse afirmar que o aborto seria um direito durante os três primeiros meses.

Sob orientação dos órgãos de monitoração dos tratados de direitos humanos da ONU, esta estratégia já havia sido tentada sem sucesso no Brasil em 2005 e no final de ano de 2011 na Argentina. A idéia consiste justamente em apresentar um projeto de lei que parece estar dizendo uma coisa mas na realidade estabelece outra.

Apesar de todas as evidências em contrário, os legisladores do Frente Amplio, assim como no Brasil e na Argentina, negaram reiteradamente que tivessem a intenção de legalizar o aborto durante toda a gestação. Diante das denúncias reiteradas da Conferência Episcopal do Uruguai e de outras ONGs a favor da vida, entretanto, o projeto teve que ser alterado, passando a estabelecer que o aborto será um direito durante os três primeiros meses da gestação e, nos meses restantes, será punido com penas alternativas à prisão, mas que o próprio projeto de lei recusou-se a definir quais seriam. A maioria Frente Amplista quis aprovar o projeto imediatamente e deixar para regulamentar quais seriam as tais "penas" alternativas ao aborto durante os últimos seis meses da gravidez apenas depois de aprovada completamente a lei. 


2. OS PARTIDOS DE ESQUERDA NA AMÉRICA LATINA E O ABORTO. 
 Assim como o Partido dos Trabalhadores no Brasil, o Frente Amplio também se comprometeu a priorizar, em seu programa de governo aprovado em 2008 no Vº Congresso Extraordinário Zelmar Michelini, a despenalização do aborto no país. Esta afirmação pode ser conferida nas páginas 67, 74 e 75 do Vº Congresso Extraordinário Zelmar Michelini do Frente Amplio:

"O PRÓXIMO GOVERNO PROGRESSISTA DEVERÁ CONSOLIDAR E APROFUNDAR AS REFORMAS INICIADAS EM SUA PRIMEIRA ADMINISTRAÇÃO. ENTRE OS ASPECTOS PROGRAMÁTICOS A DESENVOLVER SERÃO PRIORIZADAS AS POLÍTICAS NA ÁREA DOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS, INCLUINDO A DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO".

http://www.frenteamplio.org.uy/files/Programa%202010-2015_1.pdf

Esta tem sido a política de todos os partidos de esquerda em nosso continente.

Ao proceder desta maneira, tais partidos estão traindo as suas próprias ideologias e seguindo, em vez disso, as diretivas de uma agenda internacional muito bem conhecida, traçada pela ONU e por Fundações Internacionais que estão trabalhando neste sentido desde os anos 50 do século XX. Esta agenda não tem como objetivo a promoção das mulheres, mas a redução do crescimento demográfico, principalmente nos países em vias de desenvolvimento. Trata-se em última análise de um imperialismo demográfico que visa impedir o crescimento do mercado interno dos países em desenvolvimento para não ameaçar o monopólio do controle da economia mundial, o que, por parte dos partidos de esquerda, deveria ser objeto de denúncia, e não de uma vergonhosa parceria.

Os partidos de esquerda, em vez de favorecerem o crescimento demográfico moderado que é, reconhecidamente, um dos principais fatores de de desenvolvimento econômico para os países em desenvolvimento, estão promovendo o crescimento demográfico negativo, que é justamente a agenda do imperialismo capitalista que estes mesmos partidos juraram um dia combater. 


3. O TRATADO INTERAMERICANO DE DIREITOS HUMANOS. 
 Como a agenda internacional que está por trás deste projeto, impulsionada por grandes fundações, redes internacionais de ONGs e pela própria ONU, consiste exatamente em não reconhecer a personalidade jurídica e o direito à vida antes do nascimento, emovendo todas as penas ao aborto em qualquer época da gestação e transformando a prática em um problema de saúde pública que deverá ser decidido livremente pela gestante, o que aconteceu foi que trocou-se algo pelo seu equivalente: o Frente Amplio, com o apoio das grandes Fundações Internacionais e das centenas de ONGs que trabalham para promover a total liberalização do aborto, regulamentará posteriormente a lei de tal modo que ninguém seja realmente impedido de abortar em qualquer estágio da gravidez, da concepção até o momento do parto. 


4. A INTERVENÇÃO DA CONFERENCIA EPISCOPAL URUGUAYA 
 Esta denúncia, repetida constantemente pelos grupos em favor da vida em todo o mundo e analisada detalhadamente em inúmeras publicações científicas, desta vez foi corajosamente apresentada pela Conferência Episcopal do Uruguai em uma audiência pública realizada no dia 29 de novembro de 2011, no Senado Uruguaio.



5. O QUE FAZER. 
PRECISAMOS DE SUA AJUDA PARA IMPEDIR A INTRODUÇÃO DESTE GENOCÍDIO EM NOSSO CONTINENTE.

Neste momento o Congresso uruguaio entrou em recesso até o início de março. Precisamos que leia com atenção esta mensagem para saber o que está acontecendo e divulgar os acontecimentos a todas as pessoas que estiverem em sua lista de correspondência.

Esta mensagem, ainda que grande, descreve apenas resumidamente os fatos ocorridos e contém o texto da denúncia apresentada pela Conferência Episcopal do Uruguai aos senadores. 
 
6. DOCUMENTO APRESENTADO PELA CONFERENCIA EPISCOPAL DO URUGUAY NA COMISSÃO DE SAÚDE DO SENADO EM 29 DE NOVEMBRO DE 2011. 
 A Conferência Episcopal não somente fez uma longa denúncia, como também acrescentou à mesma uma ampla documentação bibliográfica.

O texto da exposição foi também disponibilizado no site da Conferência Episcopal e, alguns dias depois, publicada e distribuída, pelo jornal oficial da Arquidiocese de Montevidéu, em todas as paróquias da capital.

A APROVAÇÃO DO ABORTO NO URUGUAY É APENAS O INÍCIO DE UM PROCESSO PROPOSITALMENTE ORQUESTRADO POR ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS PARA INTRODUZIR A CULTURA DA MORTE EM TODA A AMÉRICA LATINA. 
 

O projeto, já aprovado pelo Senado, voltará a ser novamente votado pela Câmara dos Deputados em março de 2012 , onde faltam três votos para que o Frente Amplio alcance a maioria parlamentar. Se aprovado pela Câmara dos Deputados, o infame projeto será transformado em lei. O atual presidente da República, José
Mujica, já declarou que não irá vetar a lei. 


7. CORREIO ELETRÔNICO.
7.1  DA CONFERENCIA ESPICOPAL DO URUGUAY.



ceusecre@adinet.com.uy

DIÓCESIS DE SALTO, OBISPO MONS. PABLO JAIME GALIMBERTI DI VIETRI
obispadodesalto@adinet.com.uy

DIÓCESIS DE TACUAREMBÓ, OBISPO MONS. JULIO CÉSAR BONINO BONINO
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DIÓCESIS DE MELO, OBISPO MONS. HERIBERTO BODEANT
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DIÓCESIS DE MINAS, OBISPO MONS. JAIME RAFAEL FUENTES MARTÍN
obispojaime@gmail.com

DIÓCESIS DE MALDONADO, OBISPO MONS. RODOLFO WIRZ
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CANELONES, OBISPO MONS. ALBERTO SANGUINETTI MONTERO
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DIÓCESIS DE FLORIDA, OBISPO MONS. MARTÍN PÉREZ SCREMINI
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ARQUIDIÓCESIS DE MONTEVIDEO, OBISPO MONS. NICOLAS DOMINGO COTUGNO FANIZZI vicariopastoral@gmail.com; cancilleria@arquidiocesis.net; secretariadjunta@arquidiocesis.net ;

DIÓCESIS DE SAN JOSE DE MAYO, OBISPO MONS. ARTURO EDUARDO FAJARDO
BUSTAMANTE catsj@redfacil.com.uy

DIÓCESIS DE MERCEDES, OBISPO MONS. CARLOS MARÍA COLLAZZI
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7.2 DOS BISPOS DO URUGUAY. TODOS OS E-MAILS
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8. EXISTEM POR DETRÁS DO ABORTO PRESSÕES INTERNACIONAIS.

Hoje em dia muito poucas pessoas desconhecem a existência de interesses internacionais para impor o aborto aos países. Por trás destas pressões existem fundações internacionais como as organizações Rockefeller, a Fundação Ford, a Fundação MacArthur e muitas outras [10].

Todo este esforço se iniciou em 1952 quando John Rockefeller III fundou, junto com o professor Kingsley Davis, da Universidade de Califórnia, uma organização chamada Population Council. Esta financiou estudos demográficos nos cinco continentes e programas de planejamento familiar nos países em desenvolvimento. Nos anos 60 passou a promover o lobby político ao governo americano para que este reconhecesse o crescimento populacional mundial como um problema de segurança interna dos Estados Unidos [11].

Como fruto deste lobby foi redigido o famoso Relatório Kissinger que afirmava "certos fatos têm que ser considerados: nenhum país reduziu o crescimento de sua população sem recorrer ao aborto" [12].

Também se aprovou o Título X (Programas Relacionados ao Crescimento Populacional) [13] que teve como resultado a contratação por parte da USAID do Dr. Ravenholt para dirigir seu departamento populacional. Este departamento, entre 1968 e meados dos anos 70, gastou 1.700 milhões de dólares para distribuir centenas de milhares de aparelhos para a prática do aborto em virtualmente todos os países do mundo, treinar médicos na prática do aborto, tanto o legal como o clandestino, na esterilização forçada e na anticoncepção. Foi o mesmo Dr. Ravenholt que declarou que através de seu trabalho conseguiu impedir, em uma década, o nascimento de um bilhão de seres humanos, e que ele e sua equipe conseguiam reduzir sensivelmente os números de crescimento populacional de qualquer país em cinco anos através da contracepção e em apenas dois anos através do aborto [14] [15] [16] [17].

Depois dos anos 70, o trabalho da USAID foi continuado pela iniciativa privada através de uma organização fundada pela própria USAID conhecida como IPAS, que promove tanto o aborto legal como o clandestino. É Frances Kissling, a presidente da ONG Católicas pelo Direito de Decidir e escritora do prólogo de Iniciativas Sanitárias no Uruguai quem explica como sua organização foi fortemente financiada pela Fundação Ford e como ela trabalhou durante meses no México, a serviço do IPAS, para criar e organizar clínicas de abortos clandestinos no Distrito Federal [18].

Todo este esforço, entretanto, não foi suficiente para diminuir o crescimento populacional a zero, conforme se pretendia. A única maneira, segundo Kingsley Davis, de obter o crescimento zero seria através de mudanças drásticas na estrutura social, mudanças que fizessem com que os casais não quisessem ter mais filhos, explicando que "mudanças suficientemente básicas para afetar a motivação de ter filhos seriam mudanças na estrutura da família, no papel das mulheres e nas normas sexuais" [19].

A Fundação Ford, apoiando-se neste conceito, criou em 1990 o término "direitos reprodutivos" e elaborou um relatório para levá-los a cabo, no qual se afirma que "o reconhecimento e o respeito pelos direitos reprodutivos, com os que o aborto tem relação direta, é um objetivo estabelecido por este programa" [20].

Isto se está vendo refletido em nosso país claramente através dos resultados do censo que sendo levado a cabo. Faz já alguns anos nosso presidente mostra uma preocupação constante pela pouca quantidade de habitantes que existe no Uruguai, sabendo que este é um fator de desenvolvimento muito importante para qualquer país do mundo, como menciona em uma entrevista na rádio El Espectador à Sra. Margarita Varela.

Não existem motivos de peso para levar adiante este projeto, que abre as portas para continuarmos perdendo uruguaias e uruguaios, que nos empobrece como sociedade e que torna insustentável a previdência social e o futuro sistema de aposentadorias de nosso país.

E com mais razão quando os interesses que se movem por detrás de tudo isto são o controle do crescimento demográfico dos países, principalmente aqueles que estão em vias de desenvolvimento, para que os monopólios possam conservar o controle e o poder econômico no mundo, embora isto signifique a contracepção e o aborto. Assim não se conseguiria alcançar um mercado interno mais forte e poderíamos ser
privados por mais tempo do desenvolvimento tecnológico sem necessidade de redistribuir os fatores geradores de riqueza. O problema demográfico representa, na realidade, uma das mais recentes contradições do capitalismo moderno.

Foram os partidos de esquerda os que começaram a denunciar as contradições do capitalismo logo após a Revolução Francesa, quando a industrialização se difundiu pela Europa continental. Os grandes empresários que possuíam os complexos industriais, em sua busca desenfreada por maiores lucros, passaram a oprimir os trabalhadores e isto provocou o surgimento de uma nova classe operária que se fazia cada vez mais pobre à medida que os donos dos meios de produção se tornavam cada vez mais ricos, o que se agravou quando os empresários mais prósperos tiveram que unir-se ao sistema bancário para financiar o crescimento de seus investimentos, criando grandes monopólios internacionais que passaram a servir-se dos Estados para criar um imperialismo econômico internacional onde algumas nações, controladas por estes monopólios financeiros, dominavam outras nações.

Os lucros obtidos por estes grupos de poder podiam entrar em uma situação complicada porque nos países do primeiro mundo, como eram assim chamados, o crescimento populacional começou a retroceder e a estabilizar-se, enquanto que nos países em vias de desenvolvimento o crescimento populacional era cada vez mais significativo. Quando foi necessário pensar em soluções, criaram-se então as diferentes formas do controle populacional. O que causa admiração é que deveria ser a esquerda quem, conhecendo e entendendo os verdadeiros alcances deste tema e conhecendo o esforço internacional gigantesco promovido pelas fundações que representam os interesses dos monopólios financeiros e não justamente os das mulheres, as quais são também outras vítimas inocentes nesta engrenagem do aborto, tanto aquelas que são mães, como aquelas que se encontram dentro do seio materno, não seja quem denuncie esta situação, mas, muito ao contrário, que sejam os seus próprios legisladores os que promovem estas iniciativas.

Não é explicável para nós como pode o Dr. Aníbal Faundes, membro do Population Council das organizações Rockefeller, e a Sra. Francis Kissling, que trabalhou para o IPAS, escreverem os prólogos de Iniciativas Sanitárias. Devemos velar pelos interesses dos uruguaios, pelos interesses do povo latino americano e não nos deixar conduzir por interesses alheios a nós.

Existe vida desde a concepção e o aborto representa uma violação dos direitos humanos. O projeto de lei proposto discrimina o pai do bebê recém gerado porque nem sequer é mencionado no projeto, violando o artigo 41 de nossa Constituição. Pior ainda, o projeto discrimina e assassina este novo ser humano, uruguaio ou uruguaia, que está por nascer, principalmente se tiver alguma má formação. O verdadeiro progressismo e a responsabilidade social, ultimamente tão mencionados, consistem em proteger a todos nossos habitantes, a todos nossos cidadãos, como o reconhece e ratifica o Pacto de São José da Costa Rica.

Como vocês bem sabem, contam com a Igreja Católica para promover a dignidade de todo ser humano assim como também nós, estimados senadores, confiamos em vocês para rejeitar totalmente este projeto de
lei.

Sem mais, agradecemo-lhes sua atenção.

NOTAS

[1] Versión taquigráfica de la sesión del día 15 de noviembre de 2011:
http://www0.parlamento.gub.uy/distribuidos/AccesoDistribuidos.asp?Url=/distribuidos/caratulas/senado/s2011 1137.htm

[2] Abortion Surveillance United States, 1998:
http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/ss5103a1.htm

[3] Número de abortos en España desde que se despenalizó - Datos oficiales del Ministerio de Sanidad y Consumo: http://www.unidosporlavida.org
[4] BBC News Health - Abortion numbers increase again: http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/6765953.stm

[5] Acoso y derribo a la vida, la alucinante apuesta de la ONU
por el aborto en America Latina: http://www.hazteoir.org/documentos/informe_aborto_iberoamerica.pdf

[6] Contextualização da Defesa da Vida no Brasil - Como foi planejada a introdução da cultura da morte no país: http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf

[7] Piden llamar a diputados para no aprobar aborto en Argentina
hasta noveno mes:
http://www.aciprensa.com/noticia.php?n=35163

[8] Acoso y derribo a la vida, la alucinante apuesta de la ONU por el aborto en America Latina:
http://www.hazteoir.org/documentos/informe_aborto_iberoamerica.pdf

[9] Suprema Corte de Justicia de mexico Reconoce el derecho a la Vida - 26-29 septiembre 2011: texto distribuido a la Comision de Salud del Senado Uruguayo.

[10] Matthew Connelly: Fatal Misconception, the Struggle to
Control Eorld Population. Harvard University Press. 2008.

[11] John Ensor Harr and Peter J. Johnson: The Rockefeller
Century. Charles Scribner's Sons, New York, 1988.

John Ensor Harr and Peter J. Johnson: The Rockefeller
Conscience. Charles Scribner's Sons, New York, 1991.

[12] National Security Study Memorandum 200 (NSSM 200) - April 1974: http://www.populationsecurity.
org/28-APP2.html

[13] Donald T. Critchlow: Intended Consequences - Birth Control, Abortion, and the Federal Government in Modern America. Oxford University Press, 1999.

[14] World Population Crisis - Challenge and Resolution of the
Global Humanosis Pandemic: http://www.ravenholt.com

[15] USAID Population Program Progress - 1976:
http://www.ravenholt.com/population/usaid.population.zip

[16] Overseas Use of Surgical Laparoscopy: http://www.ravenholt.com/population/overseas.use.zip

[17] Use of Surgical Laparoscopy for Fertility Management
Overseas: http://www.ravenholt.com/population/laparosc.zip

[18] Population and Reproductive Health Oral History Project - Francis Kissling:
http://www.smith.edu/library/libs/ssc/prh/transcripts/kissling-trans.pdf

[19] Kingsley Davis: Population Policy, will current programs succeed? Science, New Series, vol. 158, Issue 3802, November 10, 1967: 730-739.

[20]Ford Foundation: Reproductive Health, a Strategy for the 1990s:
http://www.votopelavida.com/fordfoundation1990.pdf

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